Uma das principais características de um jornalista, sustentou Juan Luís Cebrian, é a a sua curiosidade. Pierre Bourdieu (famosos sociólogo), por seu lado, entende que o jornalista é uma entidade abstracta que não existe; o que existe são jornalistas diferentes segundo o sexo, a idade, o nível de instrução, o jornal ou meio de comunicação. Ser jornalistas, acima de tudo, é ter um compromisso com a verdade de interesse público. É ter um compromisso com a própria sociedade, tornar público os factos e acontecimentos que a influenciam. Isso implica muitas responsabilidades e trabalho constante e árduo. Na maioria das vezes, o jornalista tem de se cingir ao estilo da instituição onde se encontra a trabalhar, mesmo que isso signifique abrir mão de colocar no seu trabalho coisas que julgue importantes. Ao mesmo tempo, é uma profissão muito recompensadora, nomeadamente quando um jornalista consegue mostrara algo que tem uma repercussão positiva na sociedade.
Entre as características pessoais que um jornalista deve ter, podemos citar: capacidade de comunicação e síntese, criatividade, curiosidade, espírito de investigação, capacidade de agir e pensar sobre pressão, dinâmica, honestidade e consciência de compromisso social, entre outras. É necessário também ser objectivo, ter elevada capacidade de raciocínio e de análise. Em termos comportamentais, um bom jornalista tem de saber relacionar-se com as suas fontes e ser persistente no contacto, de forma a aumentar a probabilidade de recepção de informação. Tem de ter elevada capacidade de adaptação, resistência ao stress e ser empreendedor, isto é, querer ir sempre mais alem. Compete ainda ao jornalista o acto inaugural da sua actividade – distinguir o notável – para isso supõe-se que seja feita uma primeira leitura da actividade
O jornalista assume-se como intérprete da actualidade, entendida como o momento presente da realidade. Um jornalista é tudo isto mais o local de onde olha o mundo, ou seja, ele observa-o através das suas lentes culturais e sociais, mas o seu ângulo de visão é determinado pelo local de onde olha, que é o seu posto de trabalho. Porém, o jornalista atinge a sua expressão e existência na forma como consegue afirmar-se profissionalmente e no modo como se relaciona com os restantes elementos da mesma cadeia jornalística.
Entre as características pessoais que um jornalista deve ter, podemos citar: capacidade de comunicação e síntese, criatividade, curiosidade, espírito de investigação, capacidade de agir e pensar sobre pressão, dinâmica, honestidade e consciência de compromisso social, entre outras. É necessário também ser objectivo, ter elevada capacidade de raciocínio e de análise. Em termos comportamentais, um bom jornalista tem de saber relacionar-se com as suas fontes e ser persistente no contacto, de forma a aumentar a probabilidade de recepção de informação. Tem de ter elevada capacidade de adaptação, resistência ao stress e ser empreendedor, isto é, querer ir sempre mais alem. Compete ainda ao jornalista o acto inaugural da sua actividade – distinguir o notável – para isso supõe-se que seja feita uma primeira leitura da actividade
O jornalista assume-se como intérprete da actualidade, entendida como o momento presente da realidade. Um jornalista é tudo isto mais o local de onde olha o mundo, ou seja, ele observa-o através das suas lentes culturais e sociais, mas o seu ângulo de visão é determinado pelo local de onde olha, que é o seu posto de trabalho. Porém, o jornalista atinge a sua expressão e existência na forma como consegue afirmar-se profissionalmente e no modo como se relaciona com os restantes elementos da mesma cadeia jornalística.
Nuno Oliveira